quarta-feira, novembro 25, 2009

Entrevista

Segue abaixo o link da entrevista. Parte do dentista Venâncio Oliveira.

http://www.youtube.com/watch?v=HJY__KDY2Qg

Entrevista
Glaucia Rodrigues Barbosa
22 anos de idade
Residente da quadra 37 conjunto f casa 06 – Brazlândia - DF
Atendida no posto de saúde em Brazlandia, sua espera durou 3 meses.



Tratamento com o cirurgião dentista: Venâncio Oliveira

Trabalha na rede publica a 6 anos, no posto de saúde numero IV de Brazlandia
Além de Atender na rede pública tem seu próprio consultório
Localizado na quadra 36 conjunto E casa 15 - Brazlândia
Fone: 3391 6458
Loja: SUBLIME ODONTOLOGIA ORTODONTIA


1) O que influência em sua vida ter um sorriso bonito?

Resposta- Um sorriso conta na própria estética, a pessoa pode se sentir mais feliz quando dá uma gargalhada sem se preocupar com defeitos em seu dente, isso influencia no lado profissional que conta muito, além do mais por que eu trabalho diretamente com o público (caixa do Carrefour) manter a estética é fundamental, pois os padrões atuais cobram isso não só de mim, mais em relação a todas as pessoas que querem continuar no seu emprego ou quer conquistar uma vaga no mercado de trabalho tão disputado.

2) Se não fosse o posto de saúde, quais opções de tratamento você usaria?

Resposta – Provavelmente eu ia procurar uma clinica particular, porem teria que abdicar algumas coisas do meu cotidiano por causa do preço da consulta, o salário que eu ganho não dar para cobrir tantas despesas, além do mais tenho pais com alguns problemas de saúde, que
precisam de minha ajuda para comprar remédio.


3) Qual a freqüência que você vai ao dentista?
Resposta- A ultima vez foi em 2007, em um consultório particular. Como na rede publica demora demais é preciso gastar um pouco com sua própria saúde.
OBS: A entrevistada não autorizou a gravação em vídeo de sua entrevista, mas aqui estão suas respostas.

RESENHA - O Sorriso: Identidade Sócio-cultural

Os autores abordados neste trabalho são profissionais com conhecimentos na área e também na prática cotidiana no campo da odontologia, com algumas produções publicadas em revistas eletrônicas que veiculam matérias acerca da odontologia e seus campos de atuação.

O trabalho de Guimarães apresenta uma avaliação da dualidade saúde-doença a partir de uma pesquisa efetuada numa comunidade rural de Itaúna, no Estado de Minas Gerais, com uma população estimada em 76.862 habitantes, sendo que destes, 5.092 são moradores do meio rural no ano de 2002. Segundo Guimarães (2002, linha 03) a saúde e doença estão vinculadas à alimentação e utilização de serviços médicos. O autor trabalha a questão da saúde-doença bucal a partir da realidade de 29 mães entrevistadas e percebem que o discurso das mesmas em muito se associa ás normas odontológicas de higiene e dieta. O autor (2002, linha 05) diz: “A cárie dentária é vista como inevitável, mas a perda dentaria não”. E mesmo sendo detentoras de considerável nível de informação necessária o cuidado adequado da saúde bucal, uma rede de fatores outros não favorecem a promoção da saúde bucal. E a intima relação de saúde e força, o que por sua vez tem sua fundação no processo alimentar, ou seja, uma pessoa bem alimentada possui saúde e por sua vez força, o individuo forte adoece menos e trabalha com maior rendimento as doenças bucais então são o estandarte evidente de uma pessoa fraca e mal alimentada. Na citada comunidade o uso da força no trabalho é recorrente, pois se trata de uma comunidade rural, no cotidiano as entrevistadas revelam dificuldade de obtenção de uma alimentação adequada para manter o corpo forte e saudável.

Em seu trabalho, PETTIANATO (2007, linha 01) parte da idéia de envelhecimento como um transcurso natural da vida que não precisa ser traumático e sofrido além do inevitável. Discorre: (2007, linha 05) “É natural sofrer alterações de funcionamento biológico ao passo que se envelhece, tais como: Alterações na cavidade bucal, no paladar, na visão, na audição, na capacidade de locomoção, na comunicação etc.” Mas que é preciso prevenir para envelhecer com saúde destacando que com relação à saúde bucal não é diferente e que o nível de sucesso na prevenção depende de como foi todo o processo de transformação ocorrida ao longo dos anos de vida. Com base em estudos feitos acerca da saúde bucal do idoso brasileiro, o autor argumenta:

“O idoso no Brasil apresenta um nível precário de saúde bucal com grande ocorrência de falta de dentes (edentulismo), com forte presença de doenças gengivais, cáries, desgastes dentais e outros problemas que acarretam dificuldades inclusive de falar, mastigar, respirar e, sobretudo de sorrir, o que acarreta uma péssima qualidade de vida e compromete o processo de envelhecimento.”

Marcos Túlio Pettianato Pereira, 2007, linha 47)

Finalizando que exames preventivos feitos com regular periodicidade e correta higienização podem minimizar muitas dessas doenças que atacam a saúde bucal, e de modo surpreendente a do idoso do Brasil.

No trabalho de Colombo, o foco da abordagem é a questão da informação sobre os cuidados necessários de higiene bucal e da parcialidade de todos os parcimoniosos investimentos empreendidos no setor sobre tudo no tocante ao SUS (sistema único de saúde), defendendo uma maior valorização da divulgação das informações que fundamentam os cuidados com a higiene bucal e o fortalecimento dos programas já existentes, com o implementar de novos e mais eficazes para garantir o acesso aos serviços de saúde odontológicos para todos quantos dele precisar, assim o trabalho orienta, que Saúde bucal está implícita na saúde integral e a luta pela sua melhoria está fundamentalmente, ligada à luta pela melhoria dos determinantes sociais, políticos e econômicos.

No trabalho de Pelúcio, o objeto da pesquisa é também a saúde bucal onde o estudo se pauta numa entrevista etnográfica com 31 participantes moradores de baixa renda da comunidade do Dendê em Fortaleza. Nesse trabalho é fortemente acentuado a ação dos obstáculos socioeconômicos ao acesso aos tratamentos que garantem a saúde bucal. Pelúcio (2007,linha 06) diz:

“A dor é vivenciada, em função de dentes doentes e recorre-se a tratamentos alternativos de curandeirismo popular, enquanto o acesso ao dentista é percebido como um luxo e não como um direito do cidadão. A falta de acesso ao tratamento adequado e de qualidade somada à imensa dificuldade de acessar, mesmo o tratamento precário de restauração de má qualidade.”

(Thiago Pelúcio Moreira,2007,linha 06)

Fiando-se em mapas do Fundo das Nações Unidas para a Infância, (UNICEF), que mapeou a saúde na região nordeste do Brasil o trabalho evidencia a dura e triste realidade desta região que ainda apresenta índices de desigualdade social e de saúde precária acima de todas as demais do país e onde a saúde bucal mostra se de igual modo em expressiva situação de precariedade. O autor (2007, linha 25) trabalha a questão de que o sorriso refere-se mais que a uma questão de saúde bucal revela uma historia de vida depondo sobre condições alimentares, escolaridade agente reforçador de estigmas, reflexo da vida familiar etc. A condição de vida precária e o difícil acesso ao atendimento de qualidade são vivencias que deixam sua marca, sua tatuagem da pobreza impressa na dentição da população, já estigmatizada por sua condição social e desmoralizada no seu mundo local. Expressões: como dente de pobre e dente de rico, evidenciam a dificuldade do acesso ao tratamento adequado como garantia de uma satisfatória saúde bucal.

Todos estes trabalhos aqui abordados possuem características que os fazem similares e complementares, dizem respeito á odontologia no Brasil e seus avanços tecnológicos em desacordo com a gritante necessidade do povo que por inúmeras razões ainda não tem acesso aos benefícios tecnológicos da odontologia. trazer as posições de estudiosos que atuam profissionalmente no campo odontológico, como percebedores das realidades, explícitas e implícitas na relação do profissional da odontologia e o seu publico atendido. Não exigindo conhecimento prévio acerca do assunto os trabalhos se mostram acessível a qualquer tipo de leitor podendo enriquecer a leitura do universo odontológico e suas dinâmicas na sociedade. A metodologia apresentada nos trabalhos focou sempre na estatística a partir de argumentação numérica de entrevistas feitas em guetos de comunidades específicas que representavam o perfil dos indivíduos excluídos do acesso aos benefícios de uma adequada saúde bucal.

Embora as obras representem a visão de indivíduos do meio interno da odontologia, o que poderia cadenciar a obra num sentido de valoração das ciências odontológicas, em nenhum momento isso se verifica, mesmo sendo de autores formados em centros de formação distintos e geograficamente distantes, os trabalhos possuem grande coerência, todos reconhecem os avanços tecnológicos e técnico-metodológicos aos quais, o setor odontológico vem conquistando e reconhecem as disparidades entre os benefícios que podem ser oferecidos por estas conquistas e os reais resultados verificados no cotidiano das comunidades mais pobres e carentes do país. Os trabalhos possibilitam a percepção assustadora de uma dessemelhança entre pobres e ricos no Brasil, onde o sorriso é a identidade sócio-cultural flagrante que divide a população entre os possuidores de recursos que os permitem acessarem os benefícios odontológicos e ter uma satisfatória saúde bucal, e os desprovidos de recursos, os pobres e carentes em sua grande e notória maioria, têm o sorriso estigmatizado e estão excluídos de acessarem os mesmos benefícios. Desse modo o sorriso se configura como instrumento de identificação que permite uma leitura da realidade em que o individuo está inserido, possibilitando leituras de muitas facetas se sua vida.

Estes trabalhos mostram se adequados a qualquer tipo de leitor do grande público e estudantes iniciantes no campo das ciências odontológicas que se interesse em perceber a ação da odontologia nos campos da vida do ser humano suas possibilidades e limitações de sobremaneira ler o quadro desigual inserida na pluralidade cultural que formata ainda o Brasil do século XXI.

REFERÊNCIAS

GUIMARÃES DE ABREU, Mauro Henrique Nogueira: Representações sociais de saúde bucal entre mães no meio rural de Itaúna (MG), 2002, Ciênc. saúde coletiva vol.10 no.1 Rio de Janeiro /Mar. 2005. Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php?lng=en>. Acesso em:18 de Nov. 2009 ás 14:12

PETTIANATO PEREIRA, Marcos Túlio: Envelhecimento, saúde bucal e qualidade de vida na terceira idade. Disponível em:<HTTP://bn.uol.com.br/event.ng/informações sobre saúde>. Acesso em: 18 de Nov. 2009 ás 14:54

COLOMBO PAULETO, Adriana Regina: Saúde bucal: uma revisão crítica sobre programações educativas para escolares, Ciênc. saúde coletiva vol.9 no.1 Rio de Janeiro 2004. Disponível em:< lng="en">. Acesso em: 18 de Nov. 2009, ás 15:25

PELÚCIO MOREIRA, Thiago: Associação entre as narrativas em saúde bucal e condições socioeconômico-culturais: a dentição como reflexo da desigualdade social, natal 2007. Tese (pós-graduação)-Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Disponível em:< script="sci_home&lng=" nrm="ISO">. Acesso em: 18 de Nov. 2009, ás 16:10

terça-feira, novembro 24, 2009

O sorriso de Valdete



OBS: CLIQUEM NAS IMAGENS PARA AMPLIÁ-LAS!

CHARGE


OBS: CLIQUEM NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA!
Assim, os detalhes podem ser bem visualizados.

"Saúde bucal: uma revisão crítica sobre programações educativas para escolares


Em saúde bucal, a situação epidemiológica brasileira ainda é grave devido às condições sociais e econômicas da população, à pequena parcela de investimentos que a área recebe em relação ao total do SUS e à falta de informação sobre os cuidados básicos de saúde. Embora a odontologia se mostre muito desenvolvida em tecnologia, não responde em níveis significativos às demandas dos problemas de saúde bucal da população. Nesse contexto, a educação em saúde bucal tem sido cada vez mais requisitada, considerando o baixo custo e as possibilidades de impacto odontológico no âmbito público e coletivo (...)".




Artigo mostra o quanto são precárias as condições bucais na vida de pessoas que precisam

de atendimento público no Brasil. Além disso, assinala para importância do alerta às crianças

nas escolas.


Acesso:24/11/09 às 15:28

"Envelhecimento, saúde bucal e qualidade de vida na terceira idade



O envelhecimento é a soma de todas as modificações que ocorrem no ser humano com o passar dos anos. É um processo biológico e que faz parte da vida: do nascer, do crescer, do viver plenamente, do involuir e morrer. Então, o envelhecimento sendo uma etapa natural da vida, deve como tal ser aceito. E isto pelo fato que envelhecer é uma verdade irrevogável, podendo ocorrer várias alterações, como aquelas na cavidade bucal, no paladar, na visão, no olfato, na audição, na capacidade de locomoção, na comunicação, etc ".



O trecho do artigo acima vem falar sobre como envelhecer com saúde, sobretudo com
saúde bucal. Quem observar o conteúdo do artigo, vai perceber que é difícil uma pessoa
chegar na terceira idade com a súde bucal perfeita.
Leiam! É bem interessante!
Acesso: 24/11/09 às 15:25

"Representações sociais de saúde bucal entre mães no meio rural de Itaúna (MG), 2002

Análise das representações sociais sobre o processo saúde-doença bucal entre 29 mães de escolares residentes no meio rural de Itaúna, em 2002. As entrevistas semi-estruturadas foram transcritas e a análise de conteúdo foi desenvolvida. A análise mostra que as representações sociais sobre saúde-doença estão vinculadas à alimentação e utilização de serviços médicos. Em relação ao processo saúde-doença bucal, identifica-se um discurso associado às normas odontológicas de higiene e dieta. A cárie dentária é vista como uma experiência inevitável, mas a perda dentária, não. Apesar de as condições materiais de vida no meio rural dificultarem a adoção de práticas consideradas favoráveis à saúde bucal, essas mulheres são cobradas em relação ao trabalho de cuidar dos filhos".


Artigo interessante que fala sobre os problemas bucais das pessoas que moram no meio rural
e sua dificuldade de acesso a tratamentos médicos e odontológicos.

Fonte:http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-81232005000100031&script=sci_arttext&tlng=es

terça-feira, setembro 29, 2009

Como Escovar os Dentes

"Qual a maneira certa de escovar?

Uma escovação adequada deve durar, no mínimo, dois minutos, isto é, 120 segundos! A maioria dos adultos não chegam nem próximos a este tempo. Para ter uma idéia do tempo necessário para uma boa escovação, use um relógio na próxima vez que escovar os dentes. Escove-os com movimentos suaves e curtos, com especial atenção para a margem gengival, para os dentes posteriores, difíceis de alcançar e para as áreas situadas ao redor de restaurações e coroas. Concentre-se na limpeza de cada setor da boca, da seguinte maneira:
Escove as superfícies voltadas para a bochecha dos dentes superiores e, depois, dos inferiores.
Escove as superfícies internas dos dentes superiores e, depois, dos inferiores.
Em seguida, escove as superfícies de mastigação.
Para ter hálito puro, escove também a língua, local onde muitas bactérias ficam alojadas.

Segure a escova em um ângulo de 45 graus e escove com movimentos que vão da gengiva à ponta dos dentes.
Com suaves movimentos circulares, escove a face voltada para a bochecha e a face interna dos dentes, e a superfície usada para mastigar.
Com movimentos suaves, escove também a língua para remover bactérias e purificar o hálito.


Que tipo de escova dental devo usar?

A maioria dos dentistas concorda que a escova dental de cerdas macias é a melhor para a remoção da
placa bacteriana e dos resíduos de alimentos. As escovas com cabeças menores também são mais adequadas, porque alcançam melhor todas regiões da boca, como, por exemplo, os dentes posteriores, mais difíceis de alcançar. Muitos escolhem a escova elétrica como a melhor alternativa, pois ela limpa com maior facilidade e é particularmente indicada para pessoas que têm dificuldade para higiene bucal ou tem menor destreza manual.

Qual a importância do creme dental na escovação?

É importante que você use o creme dental mais adequado para você. Atualmente existe uma grande variedade de produtos feitos especialmente para combater
cáries, gengivite, tártaro, manchas e sensibilidade. Pergunte ao seu dentista qual o tipo de creme dental mais adequado.

Quando devo trocar minha escova dental?

Troque sua escova de dentes a cada três meses ou quando perceber que ela começa a ficar desgastada. Além disso, é muito importante trocar de escova depois de uma gripe ou resfriado para diminuir o risco de nova infecção por meio dos germes que aderem às cerdas".

Fonte: http://www.colgate.com.br/
Acesso: 29/09/2009


É de extrema importância ter consciência da maneira correta de escovação,
atente à isso!

Odontologia social

Vídeo interessante que mostra a atuação de um grupo de
dentistas voluntários na causa social de ciranças e jovens.
Fica bastante evidenciado o quanto é importante para crianças
e adolescentes ter um sorriso bonito, com dentes saudáveis.

Vale a pena assistir!


http://www.youtube.com/watch?v=kmyY9IHAqLk

domingo, setembro 27, 2009

Promoção de saúde bucal


Tendo em foco a abordagem do tema "Pluraridade cultural" com ênfase

na saúde bucal dos mais desfavoracidos da sociedade, achamos interressante

o trecho deste trabalho.




"(RE) pensando cenários promotores de saúde
bucal


(...)Houve em 2006, no 24º Congresso
Internacional de Odontologia de São Paulo (CIOSP), o
Encontro Latino-Americano de Coordenadores Nacionais
de Saúde Bucal, cujo produto foi intitulado de Carta
de São Paulo sobre Saúde Bucal nas Américas. Este
documento destacou alguns temas relativos à saúde nas
Américas, dentre eles Sistemas de Saúde Bucal, Educação
Odontológica na América Latina e Desenvolvimento
da Rede Latino-Americana de Saúde Bucal. No que se
refere especificamente à formação de recursos humanos, o
documento clarifica que “a formação de recursos humanos
tem sido identificada como um dos principais problemas
para o desenvolvimento dos sistemas de saúde na América
Latina”(6). Dessa forma, para se atingir na práxis diária dos
serviços, ações promotoras de saúde bucal, a formação
acadêmica deve ser (re)pensada.
Evidencia-se, deste modo, que as instituições
formadoras, públicas ou privadas, devem investir em
diversificação de cenários formadores que extrapolem os
limites técnicos da excelência clínica, ponto nevrálgico da
formação odontológica atual(...).

(...)Para um aprofundamento do problema aqui abordado,
analise-se o Programa Nacional da Reorientação da
Formação Profissional em Saúde (PRO-SAÚDE) instituído
pela Portaria Interministerial 2.101/2005, que tem por
objetivos:
I - reorientar o processo de formação em Medicina,
Enfermagem e Odontologia de modo a oferecer
à sociedade, profissionais habilitados para
responder às necessidades da população brasileira
e à operacionalização do SUS;
II - estabelecer mecanismos de cooperação entre
os gestores do SUS e as escolas de medicina,
enfermagem e odontologia, visando à melhoria
da qualidade e resolubilidade da atenção prestada
ao cidadão e a integração da rede à formação dos
profissionais de saúde na graduação e na educação
permanente;
III - incorporar, no processo de formação da Medicina,
Enfermagem e Odontologia, abordagem integral
do processo saúde-doença e da promoção de
saúde; e
IV - ampliar a duração da prática educacional na rede
de serviços básicos de saúde (7).
(...)O Programa ainda contribui para a implementação
de novas diretrizes curriculares mais condizentes com o
modelo de atenção proposto pelo Sistema Único de Saúde
(SUS)(7).
(...)Por fim, tecer relações entre essas questões maiores e a
saúde bucal (parte integrante e indissociável da saúde geral)
é o que os dentistas devem mentalizar, para compreender
que a homeostasia do sistema estomatognático in situ só
pode ocorrer se houver primeiramente uma homeostasia
social, uma vez que as doenças bucais são, antes de tudo,
produtos de desordens sociais".




Fonte (texto):http://www.unifor.br/notitia/file/2153.pdf
Fonte (imagem):
http://4.bp.blogspot.com/
Acesso: 27/09/2009



Para quem se interessar em ler o restante do artigo,
acesse a fonte acima citada.

Abraço.

quarta-feira, setembro 09, 2009

Problemas de saúde bucal

Achamos importante postar este vídeo que trata de maneira bem direta o problema da saúde bucal no Vale do Jequitinhonha - MG.


http://www.youtube.com/watch?v=Krx-Nc6s0SE&NR=1

Fonte:
http://www.youtube.com/
Acesso: 16/09/2009

domingo, agosto 30, 2009

Pluralidade cultural


  1. Sorrindo para a Cidadania / Projeto de Inclusão Social

    A pluralidade cultural é um dos fatores sociais que certamante gera conflitos no contexto ético devido as variadas formas de organização social, política, de relacionamento com o ambiente,com seus integrantes, com valores morais, religiosos; assim como o modo de falar e de se vestir.
    O que torna a pluralidade tão enriquecedora é a possibilidade de aprender a respeitar todas essas difernças culturais e saber extrair um pouco de cada a ao mesmo tempo valorizar sua própria identidade cultural.
    Somos apresentados a diferentes maneiras de existir na sociedade e podemos então modifica-la de acordo com suas necessidades, criar o futuro baseando-se nesta amplitude cultural.
    É a partir desse conceito que queremos estruturar nosso projeto. Temos o conhecimento da desigualdade cultural e econômica brasileira e mundial. Partimos do conceito de pluralidade cultural para o embasamento do projeto que será voltado para a inclusão social na área da saúde bucal de regiões carentes, através de programas sociais de saúde.
    A falta de informações essenciais é o principal problema que torna a higiene bucal da periferia mais precária. A condição bucal está relacionado com os hábitos de higiene (educação e prevenção), recursos alimentares e de saneamento.
    O tema foi escolhido porque temos consciência de como a perda dentária e patologias bucais podem interferir nas relações pessoais de uma comunidade pobre, causando problemas sociais como: depressão, insegurança, que resulta em isolamento e problemas sociais ainda mais sérios como falta de oportunidades de trabalho, fazendo com que a situação precária dessa gente nunca mude.
    Este projeto tem os seguintes objetivos:
    1. propor a promoção da saúde bucal e qualidade de vida;
    2. propor o resgate da auto- estima e cidadania através de conscientização;
    3. os cidadãos a sociedade, com uma melhor qualidade de vida; garantir o direito de sorrir.